segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

JORGICES - O regresso de BRUGG

(Ao correr da Tecla 2)

Acabei de chegar e bou dar mais uma forcinha na comunicaçao. Ontem estibe contigo em BRUGG na Suiça e regressamos a Paris no comboio da noite, numa biagem em que primaste pelo cuidao e pela reserva de lugares em carruagem cama e trataste-me como se fosse uma garina birgoleira. Aliás, bem a talho de foice lembrar que neste campo de tratares bem o parceiro, sempre o reconheci e sempre achei que se nao me manifestase, tu estabas consciente da minha silenciosa gratidao, já que sempre foste um cronico simpatico e, para mim, tudo fazias para me agradares, o que nao é normal nos dias de hoje. Apenas era o teu irmao a seguir ao mais belho mas a tua elegancia e ternura era uma categoria. aqui fica este registo para SEMPRE deste teu pormenor de bida que te distingue. Agora nao velhas com merdices e dizer que estou a fazer-me para me pendurar para mais uma viagem contigo. Sei que nao o fazias e estou a brincar contigo.

Boltamos à nossa conbersa inicial sobre BRUGG. Sempre que me lembro disto escangalho a rir pelo facto de termos jantados os dois em tua casa na Rua Central de BRUGG, onde comemos uma boa comidinha de carne à portuga comprada no Migros e para nao variar, juntamos umas cabeças de alhos, que foram todas com a carne, tudo bem regado com binho italiano.

Fizemos a biagem de regresso a Portugal no dito comboio da noite, com escala de 24 horas em Paris para ver o Pigale entre outras coisas. Agora bem a bronca: quando entramos no metro de Paris, as senhorecas todas perfumadas começaram a olhar para um ponto onde nos encontravamos, pois o cheiro a alho (deduzi) era pior que peste negra, ao ponto de tu advertires: fecha a boca caralho. Lembras-te? Bom, nao fomos colocados fora do metro mas tivemos que sair.

oi meu, bou ter que ir à bida.

Até "minhã"

Beijos
maximino Canhola

1 comentário:

  1. As peripécias dos costume!!! Havia sempre algo que acontecia, não era? Algo que fizesse de cada momento banal, um folhetim! Que peças! Que personagens! Que vontade de deixar a imaginação fluir à deriva! E o caso é que as situações viravam telenovela!Deixa-te estar, Maximino, que tu também não lhe ficas atrás.....beijo
    bela

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