sexta-feira, 15 de abril de 2011

JORGICES - De repente apareces no caminho

Ior

Tal e qual um filme. Segue o indibiduo distraído, a pensar, entre outras coisas, que afinal a solidariedade tão bonita de fazer de conta que se pratica, esconde tamanha hipocrisia, como a altura da Torres dos Clerigos no Porto, ou ainda pior. Mas eis que aparece aquela cara conhecida e fixamos o olhar. Despistamo-nos. Parecia uma pessoa que quero muito (pensei), mas acho que me equiboquei. Já não é a primeira bez que tal acontece; que surge não sei donde...um transeunte se cruza...alguem que parece ser e de repente não é. Mas depois berificamos que realmente não era. Era parecido... era bom que fosse mas era apenas um equiboco. Mas que parecência. Parecia mesmo uma pessoa que desejava tanto estar com ela a tomar um copo de binho tinto e a comer uma posta de bacalhau frito na Rua da Madeira.
Ao ber esta imagem tirada no meio do mundo, sinto que estás presente, como nos filmes. Se tal acontecer, dar-te-ei um forte abraço e dir-te-ei: que saudades eu tinha de ti Jorge.
Até "minhyão"
Maximino

1 comentário:

  1. quantas vezes isso acontece!! esta foto é muito característica... estou mesmo a ver o filme. oh jorge, aguenta aí os cavalos e deixa-me usar as tuas costas de mesa para escrever aqui um assunto importante! era como se tivesse que ser executado naquele segundo..e o pedido era obedecido de imediato! como se fosse um obrigação. mas não era! era a tal disponibilidade! aquela cumplicidade que tínhamos, aquela coisa espontãnea de sermos um e todos ao mesmo tempo!
    é dessas coisas que tenho saudades.. também.
    lá estarei hoje na festa das almas. bela

    oh max, o teu aminhyão está cada vez mais
    sofisticado...

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