domingo, 13 de fevereiro de 2011

as saudades são tantas!......

O Blog jorgices.blogspot.com foi criado em memória ao nosso querido JORGE CANHOLA .

Pretende ser um espaço para ser partilhado por todos que o queriam, que o admiravam e que gostariam, também, de ralatar as experiências, vivências, brincadeiras, fotos... Enfim, todo um mundo que o JORGE partilhou connosco e, assim, ficar ainda mais vivo dentro de nós! Sim, porque quem é ÚNICO é ETERNO! O Jorge era o verdadeiroo observador e crítico das "ices": das merdices, politiquices, paneleirices, foleirices, forretices, mesquinhices, tacanhices e, claro, de tudo que não terminava em "ices", mas que lhe era igualmente chocante, provocador, injusto, alarmante e necessário de intervir. Daí o blog jorgices.blogspot.com, como sugeriu o Maximino Canhola, e bem.



Sempre prá frente, miúda, nunca para trás!!

Transcrevo aqui algumas mensagens que recebi de pessoas que o estimavam, porque isso me faz sentir mais perto dele. Parece ser a minha terapia. Será? Faz-me sentir que ele lê este blog e está lá encima a sorrir e a dar-nos força!
André Gomes Que coisa bonita e merecida.

André Gomes mais do que uma homenagem ao Jorge esta parece-me uma homenagem a todas as pessoas boas que nos deixaram demasiado cedo.

Rola Viterbo Que boa ideia, Isabel!
O Jorge estará para sempre nos nossos corações mesmo sem blog..
Beijoooooooooooo

Fernanda Barbosa Amei!Beeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiijjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjoooooooooooooooooooooo

Fernando Teixeira O melhor vizinho que tive!!! Sempre disponível!... Saudades! com todo, todo o carinho e respeito o vou guardar os diversos momentos que partilhados juntos! Grande JORGE!!

Rui Nora Que saudades deixas, Jorge !!!!.....Mas ficam-me, para atenuá-las..., as "cenas" que curtimos juntos!....Bem fortes,divertidas, de "estrondo",mesmo. E recordo as tuas gargalhadas,de fortes décibeis..., inesperadas ás vezes, mas sempre muito genuínas! Vou beber uma por ti !....

3 comentários:

  1. Conheci o Jorge Canhola eramos pouco mais do que crianças, mas ainda na idade da inocência naquele tempo, 10, 12 anos.

    Jogamos à bola, brincamos, partilhamos e reconheço que o Jorge Canhola era, foi sempre uma pessoa generosa, frontal até, por vezes, à inconveniencia (se é que a frontalidade pode ser inconveniente), amigo, solidário, alegre, comunicativo também, com um muito apurado sentido de humor e associado a irrepreensível sentido crítico. Justo e activamente denunciante (procador se quisermos).

    Com o seu desaparecimento prematuro perdi, também eu perdi não foi só a sua família, não o amigo, porque esse contuinua comigo e só o perderei se o quiser, esquecendo-o, mas perdi a convivência com ele, a alegria dos reencontros ainda que breves e tivessem a frequência de dias ou semanas. Mas o jorge Canhola continua vivo, não permitamos que morra, pela minha parte assim o farei, mantendo-o fresco e vivo na minha memória.

    Eduardo Viana

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  2. muito gostaria que partilhasses as tuas histórias vividas com o jorginho... seria um prazer viver histórias que talvez até desconheça.. era bom! obrigada eduardo pelas tuas palavras. bela

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  3. Sobre um amigo inesquecível que é o teu irmão, gostaria de colocar aqui o que se segue, para demonstrar a "velha raposa" que o Jorge é:

    Um dia há talvez uns cinco anos, ou menos, não sei, eu estava a gozar uma semana de férias talvez aí em Maio e lembrei-me após almoçar ir à praia de Salgueiros tomar café.

    Chegado ao Mar à Vista dirigi-me aos lavabos e tem de se percorrer um corredor lateral à sala de jantar, para os alcançar, não estive atento a quem estava a almoçar, nem sequer reparei.

    Convém referir que eu não via o Jorge desde há uns escassos dias, após um longo interregno de talvez uns 10 anos. Ao passar no sentido inverso, ouvi a dada altura, como que num sussurro uma voz que me chamava - Viana!!!, voltei-me e deparei-me com o Jorge e a mulher. Disse-me que tinha chamado assim porque não tinha a certeza de ser eu e que se fosse responderia a chamada.

    Tinha estado há uns poucos dias comigo. É ou não um "bandido"?

    Cumprimenta-mo-nos e ali mesmo, em pé ao lado da mesa dele, combinamos organizar um jantar que reunisse o maior número de amigos da adolescência e infância que pudéssemos. Realizou-se no início do Verão, dois meses depois com 40 pessoas.

    Quando nos deixou estava incumbido, com outro de nós de organizar a quarta ou quinta edição desse jantar, ainda não se realizou. Um abraço para ti Jorge.

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