Ior
Quando me lembro do café Israel na Barrosa dá-me bontade de rir, pois aconteceram tantas e tantas que ainda hoje rio sozinho. Claro que o Paragó era a figura central da anarquia, quando o guarda noturno Magalhaes disse ao Paragó: óh Paragó, até parece que estás a mijar nas minhas pernas.
Mas o Israel era um local de cultura e os flippers era de morrer a rir. Nao era que os flippers tinham um dispositibo que fazia desligar a maquina quanto sofria um empurrão de 8.9 da escala de richter. Que maquina inteligente. Só partindo o bidro é que a puta deixaba de funcionar.
O Olimpico tambem era de morte: tinham lá um elemento funcionario, que quando os "magnificos" iam jogar bilhar, perguntaba: o que tomam? E respondiamos: pode ser um prego, uma mista, um cachorro e uma sandes de prejunto. E para beber? Bom, para beber é: um fino, uma cerbeja cristal, um principe e um copo de binho tinto. O empregado "marreca" nao escrebia a encomenda e passado um bocado dizia: um bocês pedem tudo igual ou nao bos sirbo. Que elementos.
A gente besse por aí
Até "minhao"
Maximino
foi mesmo! que cromo... meu Deus!
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