Ior
Quem conhece o Ze Clemente sabe a perola que é. Sendo actualmente o mais belho irmão, o sofrimento dele perante a perda é dificil de abaliar o que bai lá dentro. Pelo chamado "feed back", pelos sintomas tramsmitidos quando nos encontramos e falamos de ti, nota-se nos olhos e expressão facial a sua enorme tristeza, partilhada pela sua esposa Isabel, a quem deixo um grande beijo pela grande Senhora que é (O Zé e a Guida são filhos cinco estrelas).
O Zé Clemente adoraba-te e o sentir dele eleba-se até perder de bista. É curioso, que por força das circunstancias, o teu caso leba-nos a actualizar a impressao que temos das pessoas que nos rodeiam e a concluir da necessidade que temos de amar e expressar quem nos ama e paralelamente largar quem faz de conta que tambem contribui para o equilibrio das emoções positibas. Afinal, estamos todos no munto mas nem todos estamos no mesmo barco. Aliás, faz sentido que seja assim. Unidade nao é o mesmo que unicidade.
Quando a nossa mãe Nazaré ia bender peixe nos seus principios de bida, lebando um filho mais pequeno na canastra entalado no oleado, era suposto que independentemente das dificuldades familiares, a familia crescesse em redor do lema: um por todos todos por um. Nao sei o que é perder a presença dum filho; mas sei o que é ao nibel dum familiar directo e o caso do Jorge está mesmo a bater no mesmo sitio. A participaçao neste blogue é já mais por necessidade, até que o tempo se encarregue de limpar os circuitos. Para já está a custar imenso.
Bou embora.
Ãté "minhão"
Maximino

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