Oi Ior
Quem te conhece sabe que indepententemente do teu à bontade, não parecendo à priori, és um indibiduo cheio de ranhosices mas... ciente dos teus direitos e deberes. Claro, nao abdicando por isso do teu direito de cidadania e tudo o que esteja reserbado ao cidadão: espaços em jardins, passeios, acessos e tudo o que seja bisivel, logico e razoavel. Bem a talho de foice que tenho aprendido muito com os teus costumes e aplico-os no meu quotidiano.
Beio-me à memoria uma tua passagem aqui no Porto em que caminhabamos num passeio o qual estaba barrado por um automobel que queria entrar numa garagem mas que nunca mais se binha nem se ia, quando o Jorge disse:
- Desculpe, quero passar.
O condutor cheio de nobe horas disse:
- Passe por cima.
O Jorge nem esperou mais tempo, galgou o capô com os seus sapatos 43 biqueira larga e o condutor gritou:
- O que é que esta a fazer?
Respondeu o Jorge:
- O Senhor nao disse para passar por cima?
Bou chamar a policia, disse o indibiduo.
O Jorge respondeu: pode chamar que nao saio daqui.
E claro que o assunto ficou por aqui.
Para concluir: o mundo estaria muito melhor com muitas pessoas iguais a ti Jorge, pois a passibidade que leba à doença duma sociedade, nao era coisa que trilhasses, antes pelo contrario com toda a força da alma.
Até "minhão"
Maximino

era implacável!!! esse menino era mesmo assim! um dia eu também tinha o carro mal estacionado ao lado do bacalhau e ele não reparou que era o nosso carro e lá queria intervir... fogo! eu disse-lhe logo: oh jorge, vê lá!... eu tiro já o carro!!
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